
Quando estava quase a ser considerado o Luís Campos II, por serviços (mal) prestados ao futebol, agarrou-se ao padrinho para não sair de cena sem honra nem glória.
Agora serve para fazer o trabalho sujo do FCP.
Quando é preciso dizer mal sem razão é ele que aparece.
Quando é preciso ser provocador no banco para acicatar ânimos é ele que faz de palhaço.
Quando é preciso alguém aplaudir um jogador que nunca deveria ter entrado é ele que se levanta.
Mal por mal, antes o Octávio, pelo menos a malta ria-se...